quinta-feira, 24 de julho de 2014

DENTES BLINDADOS.


Selante: o dente blindado
contra o perigo da doença cárie
Os dentes posteriores, aqueles situados no fundo da boca, lá atrás, são, pela ordem, de trás para a frente: os molares, presentes na dentição de leite e na permanente, e os pré-molares, que existem apenas na dentição permanente.
Esses dentes têm um formato mais achatado e, na superfície oclusal, isto é, na região onde mastigamos, mordemos e trituramos os alimentos, existem pontas, chamadas cúspides, cercadas de muitas ranhuras, reentrâncias e depressões, denominadas fissuras ou fóssulas.
Nos molares decíduos, ou de leite, as fissuras são mais largas que as encontradas nos molares permanentes, estas estreitas e mais profundas.
Com muita facilidade, a placa bacteriana e os restos alimentares se depositam nesta região acidentada e irregular, acumulam-se e ficam ali retidos.
Ao escovar os dentes, as cerdas da escova, que são maiores que esses sulcos, não conseguem penetrá-los, não alcançam o seu fundo e, como conseqüência, não removem os resíduos dessa área.
O primeiro molar permanente, conhecido como “molar dos seis anos”, deve ser bem observado neste aspecto, uma vez que possui fóssulas e fissuras muito pronunciadas, estreitas e profundas. Esses dentes nascem atrás do último molar de leite, lá no fundo da cavidade bucal, numa época em que a boca da criança ainda é pequena e numa fase em que a criança ainda não adquiriu um controle efetivo da escovação.
Assim, são dentes que ficam prejudicados na higienização, passando a ser mais susceptíveis à lesão da doença cárie, que se inicia exatamente nesta região irregular das fissuras. Tanto é verdade, que o primeiro molar permanente é um dente que, na maioria das pessoas, apresenta-se restaurado, com canal tratado, muitas vezes até extraído.

Da "odontotomia profilática" até o selante
Antigamente, no início do século passado, era comum adotar-se um procedimento denominado “odontotomia profilática”, um nome esquisito, que queria dizer algo oposto às conveniências, ou seja, a proposta de se remover todas as fissuras e fóssulas, com auxílio de uma broca, de maior tamanho, fazendo-se uma cavidade no dente e colocando-se ali um material obturador, que, na época, era uma liga metálica, o famoso amálgama de prata.
A ciência odontológica, com o passar dos anos, buscou uma substância capaz de permear por entre as fissuras, sem danificar o tecido dental, calafetando e vedando as fendas, obliterando-as, de maneira a formar uma película protetora, protegendo o dente dos restos alimentares e da placa bacteriana e, finalmente, impedindo a instalação de lesões da doença cárie.
Foi, então, que se chegou ao atual “selante”. Material plástico transparente, branco ou matizado, usado para "pincelar" as superfícies rugosas dos dentes posteriores (pré-molares e molares), e trabalhar a favor de sua proteção, resguardando-o como uma barreira ou uma película protetora, enquanto reveste e cobre a superfície mastigatória dos dentes, para facilitar a sua limpeza e reduzir o risco da doença cárie.

Quem pode e deve se valer dessa útil ferramenta?
As crianças são muito beneficiadas pelo uso dos selantes, que são aplicados naqueles dentes que recém erupcionaram. São recomendados para todas as crianças, mesmo aquelas que recebem aplicações tópicas de flúor ou que vivem em cidade com água fluoretada, porque a ação do flúor é mais efetiva nas superfícies lisas do dente e o selante age na região das fissuras.
A aplicação do selante é um procedimento simples: um material que escoa e penetra nas fissuras e ranhuras do esmalte dentário. No entanto, deve ser aplicado após uma cuidadosa limpeza e requer adequado controle do campo, para que os dentes estejam bem secos, antes da aplicação.
Além das crianças, seu uso é recomendado a adolescentes e adultos sem disciplina alimentar, que consomem substâncias açucaradas e guloseimas, que utilizam medicamentos, que diminuem o fluxo salivar ou que apresentam mancha pré-cariosa nos sulcos e fissuras, pois são pessoas que tendem a alto risco de cárie e que também podem ser beneficiadas pela aplicação de selantes.
Dentes com sulcos e ranhuras rasas, que permitam a limpeza com a escova, a princípio, não necessitam de selantes, ficando a critério do profissional dentista a sua indicação.
Por fim, há de se observar um detalhe da maior importância: mesmo que o dente tenha recebido a proteção do selante, não estará livre do perigo da cárie para sempre. Isso porque, durante a mastigação, pode ocorrer um desgaste natural dessa película protetora e, mesmo por isso, para manter o efeito protetor, há necessidade de verificação periódica pelo dentista, que determinará se é necessária a sua reaplicação.
Não deixe de perguntar ao seu dentista se você e seu filho podem se beneficiar com a aplicação de selantes em seus dentes posteriores.

Referências
Profª. Dra. Maria Cristina Ferreira de Camargo - odontopediatra;
Dr. Roberto Mariani - cirurgião buco-maxilo-facial.
   
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AIDS PELA BOCA????


AIDS pela Boca

Pode ser o primeiro caso de transmissão do vírus da Aids durante um beijo prolongado.
Foi divulgado pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças de Atlanta (CDC), nos EUA. Atenção: isso não quer dizer que a contaminação se deu pela saliva. Ao contrário, a hipótese mais provável é que a transmissão tenha ocorrido porque os dois parceiros tinham periodontite - doença que afeta a região em torno dos dentes e provoca sangramento das gengivas.

Assim, o vírus teria sido transmitido através do sangue. O casal era acompanhado por pesquisadores do CDC desde 1992: o rapaz é soropositivo e a moça acaba de descobrir que foi contaminada entre julho de 1994 e julho de 1995.

Segundo os médicos, os dois só mantinham relações com camisinha e evitavam sexo oral. Testes de laboratório confirmaram que o vírus encontrado na mulher é geneticamente idêntico ao de seu parceiro, descartando a hipótese da contaminação ter se dado por uma terceira pessoa.
Ele contou que sua gengiva sempre sangrava quando usava fio dental e que fazia isso à noite, antes de se relacionar sexualmente.

O beijo nunca foi considerado uma atividade de risco e não há registro de contaminação pela saliva. Para Carlos Alberto Moraes de Sá, responsável pelo programa de combate à Aids do Hospital Gafrée Guinle, do Rio de Janeiro, a contaminação pela boca é muito rara porque essa região é no ser humano uma das mais resistentes à infecção.

Fonte: Revista Isto é.
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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Anestesia ( Dúvidas ) Aqui é sem DOR!

Anestesia
É o ato de suprimir os estímulos dolorosos através de um medicamento anestésico.
Qualquer pessoa pode tomar anestesia? 
Antes disso, a pessoa deve responder a um breve questionário de saúde, padronizado pela ASA (Sociedade Americana de Anestesiologia), que determina o risco anestésico e cirúrgico. Com base em suas respostas, o profissional terá condições de informar se ela está apta a submeter-se a tratamento odontológico com anestesia. Mas, para seu conforto, já lhe adianto que esse procedimento é muito seguro e que a variedade de medicamentos disponíveis proporciona muita segurança.
Existe contra-indicação?
Sim, e elas podem estar relacionadas ao agente anestésico ou ao vasoconstritor. Com relação ao vasoconstritor, os pacientes com pressão alta não tratada ou não controlada, doenças cardíacas graves, diabetes mellitus não controlada, hipertireoidismo, feocromocitoma, sensibilidade aos sulfitos e usuários de antidepressivos tricíclicos, compostos fenotiazínicos, cocaína e "crack", têm limitações no uso de anestésicos.
Uma pessoa com 70 anos também pode tomar anestesia?
Com o passar da idade, muitas alterações podem aparecer, as quais podem contra-indicar ou não o procedimento. Como foi explicado no item acima, se o paciente apresentar algumas dessas alterações, o uso do anestésico pode estar temporariamente contra-indicado. Nesse caso, ele é encaminhado ao profissional médico habilitado e, após a sua liberação, o procedimento de anestesia é realizado.
Gestantes podem tomar anestesia?
Sim, o estado de gravidez não contra-indica o procedimento anestésico. Porém, se for possível, é mais aconselhável o uso da anestesia entre o terceiro e o sexto mês de gestação.
Existe o risco de choque anafilático?
Sim, porém é muito pequeno, uma vez que as respostas ao questionário de saúde orientam o profissional sobre o possível risco de choque anafilático.
Quais são os tipos de anestesia?
De uma maneira bem abrangente, a anestesia pode ser local ou geral. A anestesia local é administrada pelo cirurgião-dentista no próprio consultório. A geral deve ser feita pelo médico anestesista em hospital ou clínicas apropriadas.
O que é sedação consciente?
É um procedimento realizado pelo cirurgião-dentista e pelo médico anestesista, a fim de proporcionar maior conforto ao paciente, em casos de pacientes ansiosos ou com medo de ir ao dentista. Esse procedimento é realizado combinando-se a ação do anestesista (através de medicamentos relaxantes) com a do cirurgião-dentista (por meio de anestésicos locais), proporcionando conforto e eficiência anestésica em grandes procedimentos ambulatoriais.
Por que, às vezes, a anestesia demora mais para passar?
Provavelmente devido ao tipo de tratamento realizado. O profissional irá escolher o tipo de técnica, a quantidade e o medicamento. Nesse caso, quando o procedimento é simples, geralmente a anestesia passa rapidamente, ao contrário do que acontece em procedimentos longos, nos quais o profissional necessita de maior quantidade de anestésico.
Qual é a quantidade máxima de anestésico que se pode tomar?
Geralmente, os medicamentos são feitos para, em média, serem administrados 10 tubetes de anestésico em dose de segurança. Deve-se lembrar que o medicamento é composto pelo agente anestésico e pelo vasoconstritor. Em alguns casos em que está contra-indicado ou restrito o uso do vasoconstritor, a quantidade deve ser diminuída.
Como eu posso tomar uma anestesia sem dor?
Quando se pensa em anestesia, a primeira lembrança é o desconforto devido à picada da agulha, mas isso não mais ocorre. Hoje, com os cuidados pré-anestésicos que envolvem desde a utilização de medicamentos tranqüilizantes até o uso de anestésicos tópicos fortes, o incômodo do procedimento de anestesia diminuiu muito, chegando a não ser notado, dependendo da relação de confiança entre o paciente e o profissional.
Existe algum aparelho que aplique a anestesia para proporcionar conforto?
Sim. O conforto durante a anestesia é estabelecido quando uma pequena quantidade de anestésico é injetada continuamente por um maior período de tempo. Um aparelho dotado de microprocessador pode injetar a anestesia de forma lenta e contínua, diminuindo o desconforto do procedimento de anestesia.

Referência: Revista da APCD.
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 Aqui realizamos o procedimento sem Dor, com anestesia eletronica!

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Fio Dental Clareador

Fio Dental Clareador
O novo fio dental é recoberto com uma cera composta por dióxido de silício, a mesma substância abrasiva das pastas clareadoras.
Chega ao mercado brasileiro o primeiro fio dental que promete a um só tempo remover a placa bacteriana e clarear o espaço entre os dentes, de onde as manchas teimam em não sair.

Fabricado pela Johnson & Johnson, o produto tem um formato achatado, como o das fitas dentais.

"Quanto maior a área de contato, maior a redução da placa e a ação clareadora", explicou o pesquisador Emilson Ismael Neto.

Um estudo clínico realizado na University Park Research Center, em Indiana, Estados Unidos, aponta que o uso regular desse fio reduz em 26% as manchas extrínsecas, aquelas causadas pelo pigmento do café, refrigerantes escuros e cigarro.

Para os resultados aparecerem, é preciso usá-lo diariamente pelo menos por duas semanas.

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terça-feira, 27 de maio de 2014

FACETAS PORCELANA X FACETA DE RESINA

FACETAS
TRABALHAMOS COM DOIS TIPOS DE FACETAS(LAMINAS DE DE ESPESSURA FINA COLADAS EM DENTES COM ALTERAÇÃO DE COR , FORMA ETC
 RESINA E PORCELANA

 CUSTOS DIFERENTES E RESULTADOS DIFERENTES
A MAIS OPACA NO LATERAL DIREITO DO PACIENTE E DE RESINA E AS BRILHANTES NOS CENTRAIS E LATERAL ESQUERDO SÃO PORCELANA.
PACIENTE CLAREOU OS DENTES COM MÉTODO COMBINADO (laser e moldeira).




quarta-feira, 7 de maio de 2014

Biocibernética Bucal

Biocibernética Bucal
A Biocibernética Bucal é uma técnica odontológica, que se dispõe a auxiliar ou mesmo a tratar problemas de saúde através do redimensionamento bucal. Ela encara o paciente odontológico como um todo, de uma maneira holística, sem esquecer que cada dente carrega informações de toda a vida do indivíduo.
Através de experimentos clínicos, pôde-se comprovar a relação da boca e dos dentes com o resto dos órgãos e tecidos do corpo humano.
É possível detectar aspectos psicológicos através do exame bucal com ênfase na Biocibernética, ou seja, consegue-se saber como a pessoa foi educada e qual seu molde cultural simplesmente examinando sua arcada dentária.
Na ilustração, pode-se observar uma relação entre cada dente e a personalidade, e o comportamento masculino e feminino nos ambientes sociais e afetivos. Inversões nas curvas de Spee e Wilson podem representar sérias alterações psiquiátricas. Os grupos de quatro dentes são divididos em quadrantes, em que o lado esquerdo corresponde ao relacionamento afetivo, e o direito, ao relacionamento social. Na arcada superior tem-se a correspondência com o feminino, e na inferior, com o masculino.
Incisivos centrais (superiores e inferiores) relacionam com o sistema neural. São dentes da inteligência e principalmente da personalidade.
Incisivos laterais são os dentes referentes ao relacionamento. Eles também têm relação com o sistema neural, porém em menor intensidade, e com manifestações semelhantes às dos incisivos centrais.
Caninos são os dentes correspondentes ao sistema circulatório; são os dentes do inconsciente, do lado animal, que todos temos. Alterações neles denotam modificações quanto às reações de ataque e defesa, amor e ódio.
Primeiros pré-molares correspodem ao sistema excretor (rins e intestinos), e relacionam-se ao contexto emocional, à segurança.
Segundos pré-molares correspondem ao sistema respiratório (pulmões até vias aéreas inferiores e superiores, e relacionam-se a liberdade). Sintomas relacionados aos primeiros pré-molares confundem-se com os dos segundos pré-molares, porque a representação destes no contexto psicológico está voltada para a liberdade e o outro para a segurança; ninguém tem segurança quando perde a liberdade.
Primeiros molares correspondem ao sistema digestivo, e relacionam-se à auto-suficiência. Este dente é o que mais costuma ter cáries e o que mais as pessoas perdem durante a vida, pois ser auto-suficiente é, sem dúvida alguma, um dos principais motivos de tensão do ser humano.
Segundos molares são dentes muito importantes, pois correspondem ao processo hormonal (glândulas endócrinas e seu hormônios).
Terceiros molares (conhecido como o dente do “juízo”) nascem por volta dos 20 ou 21 anos e correspondem ao sistema linfático.
É possível mudar aspectos psicológicos e sistêmicos, mudando o posicionamento dos dentes. Ortodontistas experientes comentam que seus pacientes melhoraram na escola ou mesmo ficaram mais calmos. Na verdade, todo tratamento ortopédico ou ortodôntico interfere no comportamento do indivíduo. Mudar os dentes não significa mudar a maneira de pensar das pessoas, e enquanto não se trabalhar tudo ao mesmo tempo teremos recidivas eternas. Na parte sistêmica o mais impressionante são os resultados na área respiratória, onde se tem conseguido reverter inúmeros problemas de saúde como: adenóides, rinites, amigdalites, epilepsia, bronquite, dentre outros problemas tratados somente através da boca, e usando-se apenas acompanhamento médico nos casos mais graves.
Para tratamento da boca, em que a deformação da arcada está interferindo na postura, recomenda-se aos pacientes técnicas de massagem como: RPG, Do-In, Shiatsu, Holfing, dentre outras para auxiliar o tratamento.

Referência: Livro Biocibernética Bucal / Em Busca da Saúde Perfeita / Dr. Ernesto Furlan / Dr. Rogério Pavan Santos.
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terça-feira, 22 de abril de 2014

DENTES CRIADOS A PARTIR DA URINA HUMANA, SERÁ??

Cientistas chineses criaram dentes rudimentares a partir de algo que poderia ser considerado improvável: a urina humana


Dente recriado na China é rudimentar e
menos rígido que o dente humano natural
O resultado do estudo, apresentado pela publicação científica Cell Regeneration Journal, mostrou que a urina pode ser utilizada como fonte de células-tronco que seriam capazes de se transformar em pequenas estruturas parecidas com os dentes humanos.
O time de cientistas da China espera que a técnica possa ser desenvolvida para possibilitar a reposição de dentes perdidos.
No entanto, outros pesquisadores de células-tronco ponderam que para atingir esse objetivo muitos obstáculos ainda precisam ser vencidos.
Times de pesquisadores em todo o mundo estão estudando maneiras criar novos dentes para repor aqueles perdidos pela idade ou por má higiene bucal.
UrinaAs células-tronco, que são as células capazes de se transformar em qualquer outro tipo de tecido, são assunto popular de pesquisas.
Os pesquisadores do Guangzhou Institutes of Biomedicine and Health, na China, utilizaram a urina como ponto de partida para seus experimentos.
Células que normalmente são expelidas pelo corpo, através do sistema urinário, foram alteradas em para que se tornassem células-tronco.
Uma mistura dessas células com outros materiais orgânicos retirados de ratos foi então implantada nos próprios roedores.
Os cientistas chineses afirmaram que depois de três semanas o grupo de células começou a se parecer com um dente: "a estrutura parecida com o dente continha polpa dental, dentina, espaço de esmalte (área vazia do dente que possivelmente poderia ser ocupada pelo esmalte) e órgão de esmalte (estrutura que precede o surgimento do esmalte no dente)".
Entretanto, o dente criado pelos chineses não era tão rígido quanto um dente natural.
Mas ainda que o resultado do estudo chinês não venha a ser utilizado pelos dentistas como uma opção viável, seus pesquisadores defendem que pode nortear pesquisas mais aprofundadas para se chegar ao "sonho final de total regeneração do dente humano para terapia clínica".
Fonte inadequada - Para o professor Chris Mason, da University College of London (UCL), a urina utilizada pelos chineses foi um ponto de partida inadequado.
"Esta (a urina) é provavelmente uma das piores fontes, pois existem muito poucas células desde o início (do processo) e a eficiência de transformá-las em células-tronco é muito baixa", rebate Mason.
"Você simplesmente não faria (a pesquisa) dessa forma", reforça o pesquisador da UCL.
O cientista também alertou sobre os riscos de contaminação, como aquela causada por bactérias, que seriam bem maiores se comparados ao uso de outros tipos de células.
"O grande desafio aqui é que o dente tenha polpa com nervos e vasos sanguíneos que temos que ter certeza que se integrariam para se transformarem num dente permanente".

Referência: James Gallagher, Repórter de Ciência e Saúde da BBC News
Atualizado 30.07.13
 
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