segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Aftas

Aftas
Lesões brancas da mucosa oral (tecido de revestimento interno da boca), muito comuns e que incomodam muito.

AFTA ou "aphta vulgaris" é uma lesão vesiculosa da mucosa da boca, que ocorre habitualmente nas bochechas, lábios e língua; raramente no céu da boca e na gengiva. Elas podem aparecer individualmente ou em grupos e, geralmente é recidivante.
A(s) vesícula(s) rompe(m)-se rapidamente, de modo que a afta é vista mais freqüentemente como uma úlcera rasa, arredondada, de fundo amarelado e bordas avermelhadas, cujo diâmetro médio é da ordem de 5 mm. São bastante dolorosas, principalmente nos primeiros 3 a 5 dias. A lesão dura de 10 a 14 dias e a mucosa oral se recupera totalmente, não deixando cicatriz.
Etiologia desconhecida.

As úlceras tendem a aparecer quando o paciente passou por algum tipo de stress físico ou emocional. Recentemente cientistas tendem a classificar as aftas orais entre as vasculites, que são doenças inflamatórias auto-imunes.
A Estomatite Aftosa Recorrente, uma de suas formais mais comuns, se manifesta normalmente sem qualquer outra doença paralela específica, constituindo-se em uma doença inflamatória em si mesma.

Pacientes com outras doenças podem ter aftas mais freqüentemente:
a - Deficiências imunológicas humorais (deficiências de imunoglobulinas)
b - Doença Celíaca
c - Doença de Behcet
d - Doença de Crohn
e - AIDS
f - Citomegalovírus
g - Anemias
h - Distúrbios gastrointestinais passageiros.
Em crianças os vírus coxsackie A, coxsackie B, echovírus e enterovírus podem causar estomatite, doença caracterizada pelo aparecimento de lesões múltiplas, semelhantes a aftas.
Como diagnóstico diferencial, a gengivo-estomatite herpética aguda se apresenta com vesículas mais resistentes, geralmente muito pequenas e conglomeradas.

Fatores agravantes
Qualquer lesão na mucosa bucal pode produzir afta, desde um arranhão causado pela escova de dentes, até queimaduras ou ferimentos causados por alimentos quentes ou muito ásperos, aparelhos ortodônticos, etc.
Algumas pessoas evitam alimentos ácidos, tais como frutas cítricas (limão, laranja, tangerina, abacaxi, etc.), tomate, vinagre, molhos, etc., pois acreditam que estes alimentos desencadeiam o aparecimento das úlceras.
Mulheres são duas vezes mais propensas a desenvolver aftas do que homens. O mesmo ocorre com pessoas cujos pai
s têm aftas habitualmente.

Tratamento: não há.

Algumas medidas podem ser tomadas para aliviar o desconforto, principalmente nos primeiros 3 ou 4 dias em que as lesões estão mais doloridas:
1) bochechos, 3 a 4 vezes ao dia, com 1 colher de sobremesa de água oxigenada 10 vol diluída em 1/2 copo de água morna.

2) bochechos, 3 a 4 vezes ao dia, com 1 colher de chá de sal e 1colher de chá de bicarbonato de sódio diluídas em 1/2 copo de água morna.

3) evitar alimentos ácidos. Não se tem notícia que vitaminas ou alimentos especiais possam ajudar, a não ser que haja uma deficiência específica. Embora o stress possa causar ou fazer eclodir aftas, medicamentos tranqüilizantes também são, aparentemente, de pouca ajuda.

4) evitar o uso de agentes cáusticos no local, pois, apesar de diminuir a dor, eles provocam a destruição do tecido, fazendo com que a úlcera se torne mais profunda e sujeita a infecções.
No caso de dor intensa, medicação analgésica por via oral pode ajudar.
Quem usa aparelhos ortodônticos pode ter aftas devido ao traumatismo constante. A aplicação de cera de uso odontológico no local responsável pelo traumatismo costuma ajudar.
Se a causa do problema for prótese dentária, o dentista deverá ser consultado.
Nos casos prolongados (mais de 2 semanas), uma visita ao dentista é recomendada.

  http://www.drfernandoferraz.com.br/    TEL: 2976-7548

sábado, 15 de outubro de 2011

Clareamento

                               Paciente chegou a nossa clínica se queixando da coloração dos dentes.

Realizou o clareamento Á LASER.
Duas secções de 1 hora, intercaladas em 1 semana.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

CURIOSIDADES... CENOURA!!!

Cenoura: campeã de vitamina A
e do exercício de mastigação

Todos sabemos que a cenoura faz bem para os olhos – e o melhor: não se trata de um mito! Alguém já viu um coelho de óculos? , brincava-se antigamente... E isso faz sentido.
Na sabedoria popular, a cenoura faz bem para a visão e para a pele. Mas realmente ela traz muitos outros benefícios e é uma poderosa fonte de saúde.
A cenoura é uma das hortaliças mais consumidas pela população brasileira. Estima-se que o consumo domiciliar esteja em torno de quase dois quilos por pessoa, por ano. À sua frente, no volume de consumo, ficam apenas o tomate, a batata e a alface. A cenoura, espécie Daucus carota L., pertence à família Apiaceae, assim como o coentro, o aipo, o salsão, a erva-doce, a salsinha, o nabo e a mandioquinha.
Ela é originária de áreas temperadas da Ásia Central e sua cultura remonta há mais de dois mil anos. A cor alaranjada característica da cenoura deve-se às grandes quantidades de betacaroteno que, no organismo, se transforma em Vitamina A, desempenhando papel de fundamental importância nos receptores da retina e mantendo, com isso, a qualidade da visão. Essencial para a saúde da pele, cabelos e olhos, é uma rica fonte e saúde que, além de tudo, contribui para a integridade de mucosas e para o crescimento saudável da criança.
A ingestão de 100 gramas desse legume é suficiente para suprir a necessidade diária de Vitamina. A cenoura também é rica em sais minerais, como potássio, sódio, cálcio, fósforo, enxofre, cloro, magnésio, silício e um pouco de ferro, substâncias com propriedades anti-oxidantes necessárias ao bom equilíbrio do organismo, que ajudam a prevenir o envelhecimento precoce. Além disso, contém Vitamina C e vitaminas do complexo B, que ajudam a regular o sistema nervoso e digestivo.
Por ser tão nutritiva, recomenda-se que seja ingerida pelo menos três vezes por semana. Sem dúvida, a cenoura tem excelentes qualidades nutricionais que por si só justificam seu consumo, constituindo-se em razão suficiente para incluí-la no cardápio diário.

Cenoura funciona
Além do valor nutricional, a cenoura tem qualidades funcionais interessantes. Suas fibras, por exemplo, estimulam o bom funcionamento do intestino e a pectina, presente e abundante na cenoura, ajuda a baixar a taxa de colesterol no organismo.
Quando consumida crua, deve ser bem lavada e mastigada inteira, cortada em pedaços ou em tirinhas, tornando-se nesse formato um excelente dispositivo para realizar os saudáveis exercícios da mastigação, vez que para ser triturada é preciso usar os dentes que são acionados pelos movimentos e contrações dos músculos faciais. Por isso, exerce relevante papel funcional no bebê, na criança e no adulto.
No bebê, desde os 8 e 9 meses, este alimento é importante no início do aprendizado do processo de mastigar, estimulando e favorecendo os exercícios para o desenvolvimento de um bom padrão mastigatório. Perceba que, ao oferecermos para o bebê uma tirinha de cenoura ele a segura com as mãos, leva-a à boca, coordena esses movimentos, morde, apertando entre os rebordos e os primeiros dentinhos, massageia a gengiva e, concentrado neste ato, se distrai.
Mais tarde, durante a primeira infância, mastigar alimentos secos, duros e fibrosos, no caso a cenoura crua, funciona com um halteres, fazendo a boca se exercitar, o que favorece o crescimento e o desenvolvimento ósseo e muscular da face.
No adulto, mastigar alimentos, como a cenoura crua, tem também relevante função. A boca é uma máquina de mastigar, sendo primordial para que este mecanismo funcione bem a mastigação. Por isso, quanto antes introduzirmos esse exercício, mais fortes ficarão os músculos faciais, auxiliando inclusive no ajuste adequado do contato interdentário.
Além do mais, mastigar faz parte de um mecanismo de liberação de tensão, processo desejável, bastante útil, prazeroso e muito indicado para a vida agitada dos tempos modernos.
Interessante que não só para o ser humano mas também para os animais a cenoura é atrativa: é notável como, além do coelho, o cavalo e o cachorro, por exemplo, gostam e mastigam com satisfação uma boa cenourinha crua.

Sucesso na cenoura
Ao comprá-la, tome o cuidado de escolher cenouras lisas, firmes, sem muita irregularidade e que exibam cor uniforme. As manchas e as áreas verdes encontradas na parte superior da cenoura se formam devido à exposição das raízes ao sol durante o cultivo. A substância que dá a cor verde não é tóxica, mas conferem um sabor amargo e forte.
Recomenda-se evitar fazer suco de cenoura junto com frutas cítricas – laranja, limão e tangerina – porque o ácido cítrico presente em grande quantidade nessas frutas destrói a Vitamina A, como vimos, presente na cenoura.
Fica a sugestão: quando se sentir estressado, recorra a uma cenoura geladinha. Com toda a certeza, ela lhe fará muito bem!

Fonte: UOL 

 FERRAZODONTOLOGIA
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Copaíba- EFEITO ANTIINFLAMATÓRIO


Ação antiinflamatória da copaíba é duas
vezes maior que a do diclofenaco de sódio

Testes realizados na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto comprovaram a eficácia da árvore usada como antiinflamatório pela medicina popular. Os pesquisadores já solicitaram o registro da patente
Mais uma vez a Ciência comprovou a eficácia de uma planta largamente usada na medicina popular. Pesquisadores da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP constataram que o óleo de copaíba apresenta ação antiinflamatória. Esse potencial se mostrou duas vezes maior que o encontrado no diclofenaco de sódio, um dos medicamentos mais utilizados no mercado. O estudo, realizado em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro, teve seus resultados depositados para patente.
A autora do trabalho, Mônica Freiman de Souza Ramos, separou o óleo de copaíba em duas frações: volátil (líquida, com componentes que podem evaporar) e resinosa (com uma consistência um pouco mais fluída que o mel). "Não usamos a fração resinosa porque além de ser mais difícil de trabalhar, a composição da substância não indicava que ela pudesse ter ação antiinflamatória", afirma.
Os estudos foram concentrados nessa fração volátil, produto que sofre evaporação rápida, o que limita sua veiculação em formas farmacêuticas convencionais. Por isso, a pesquisadora desenvolveu microcápsulas (cápsulas microscópicas) que aprisionam essa fração volátil - limitando sua perda por evaporação - e a transformam em um produto sólido, capaz de ser administrado nesta forma ou em outras mais convencionais, como comprimidos e cápsulas.
A patente refere-se a todo esse processo, incluindo a descrição química da substância. Procura-se garantir que, caso o óleo da copaíba se transforme num produto farmacêutico, a patente seja em parte da FCFRP.
Mônica realizou testes biológicos em camundongos que sofriam de pleurisia induzida (inflamação da pleura, membrana que envolve os pulmões) e de edemas nas patas. Tanto a fração volátil como as microcápsulas foram eficazes no tratamento. "O produto microencapsulado poderá ser usado na indústria farmacêutica tanto como uma forma final (microcápsula) ou como intermediária em outras preparações", explica.
Diclofenaco x Copaíba

O diclofenaco de sódio é um medicamento sintético de ação antiinflamatória comprovada. "No caso da copaíba, teremos um medicamento fitoterápico com a mesma ação de um sintético", esclarece. Nos testes, as doses usadas foram de 100 miligramas (mg/) por quilo (Kg) de diclofenaco e 32mg/Kg de fração volátil e de microcápsulas. O efeito antiinflamatório foi o mesmo: "A potência da copaíba se mostrou maior, porque com uma dose menor, obtivemos a mesma equivalência terapêutica", conta a pesquisadora.
Mas haverá um longo caminho até que a população possa usufruir deste antiinflamatório extraído da copaíba. Ainda são necessários testes toxicológicos e, em seguida, os testes clínico em humanos. A pesquisadora acredita que esse processo deve durar cerca de cinco anos.
As copaíbas são árvores nativas da região tropical da América Latina e da África Ocidental. No Brasil é encontrada na região Amazônica e no Centro-Oeste. O óleo bruto da árvore é exportado para a Europa, desde o início do século passado, para ser usado na indústria de aromas, vernizes e restauração de quadros. Na medicina popular, é empregada como cicatrizante e antiinflamatório.

 
Referência: Agência USP de Notícias.
Mônica Freiman de Souza Ramos / Informações do Serviço de Comunicação Social da Prefeitura do Campus Administrativo de Ribeirão Preto.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Dentes estressados
Todas as pessoas desejam um belo sorriso e preferem ter dentes naturais a tê-los postiços. Com a mesma convicção, diz-se que os dentes bonitos ou feios, resumem a personalidade de cada um, aquilo que distingue uma pessoa de outra.

Quem é alto, gordo e simpático pode ser visto como alto, gordo e sem um dente, se estiver lhe faltando algum. Vale dizer: a simpatia sendo prejudicada pela ausência do dente.

Os dentes são ainda o começo de momentos difíceis, como aquele em que alguém descobre que o seu interlocutor tem mau hálito. Mas os dentes são, sobretudo, em sua dimensão física, funcional e psicológica, o principal componente da saúde da boca, da qual depende uma parcela do bem-estar geral.
Cuidar dos dentes é uma necessidade tão primária quanto buscar o agasalho ou a comida. Se eles existem, ocupam um espaço na boca e cumprem uma função, o bom senso recomenda que sejam cuidados. A solução mais viável para se preservar os dentes íntegros e bem posicionados é a utilização dos métodos e meios ligados à higiene e aos exercícios adequados das funções do sistema estomatognático.

 

O estresse emocional
Às vezes a pessoa passa o fio dental, escova os dentes, faz bochechos com flúor e acha que livrou sua boca dos problemas. Nem sempre. Os dentistas estão cada dia mais convencidos de que as coisas que se passam na cabeça e no coração dos seus pacientes podem desencadear ou piorar o mau hálito, a gengivite, a afta, o bruxismo, a cárie e também o tártaro. Acredite. Situações estressantes, como: o vestibular, o divórcio, a morte de uma pessoa querida podem ser fatores tão decisivos quanto a falta de escovação.

O estresse de ordem emocional provoca reação capaz de perturbar a homeostase orgânica, que é a propriedade auto-reguladora do organismo e que permite manter o estado de equilíbrio do corpo.

Na hora da tensão, o volume da saliva diminui e os compostos de enxofre, por sua vez, aumentam, provocando o mau hálito. O estresse também pode provocar aftas, que são úlceras da boca, muitas vezes disparadas por fatores emocionais, isto porque a glândula hipófise desencadeia uma corrente de mudanças no organismo.

Ela excreta o hormônio ACTH que, por sua vez, estimula as glândulas supra-renais, que fabricam substâncias capazes de fragilizar os tecidos bucais e, ao mesmo tempo, aumenta a acidez da saliva. Este estrago pode ser ainda maior se faltar saliva, uma vez que esta é uma solução que limpa a boca e contém substâncias protetoras de mucosas e gengivas, além de remineralizar os dentes.

Situações de ansiedade, como exames, problemas familiares e, na outra ponta, até boas notícias, promoções no trabalho, por exemplo, liberam hormônios, como adrenalina, noradrenalina e acetilcolina, entre outros. Eles mudam perigosamente a quantidade e a qualidade da saliva. Não é preciso muito para mudar o equilíbrio da boca, órgão extremamente sensível que acompanha pari passu as emoções.



ACESSE: http://www.ferrazodontologia.blogspot.com/   http://www.drfernandoferraz.com.br/


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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE IMPLANTES:

 01. QUANTO TEMPO PRECISO FICAR AFASTADO DO MEU TRABALHO PARA FAZER OS IMPLANTES?

 .  A CIRURGIA DE IMPLANTES NORMALMENTE TEM UM PÓS-OPERATÓRIO MUITO BOM, SENDO QUE NA MAIORIA DOS CASOS, O PACIENTE DEVERÁ FICAR AFASTADO DE SUAS ATIVIDADES DE 1 A 3 DIAS. A RECOMENDAÇÃO DE REPOUSO APÓS A CIRURGIA, EVITANDO ESFORÇOS FÍSICOS, EXPOSIÇÃO AO SOL E MOVIMENTOS BRUSCOS, ALÉM DE SEGUIR AS RECOMENDAÇÕES DO ESPECIALISTA, COLABORA PARA UMA PRONTA RECUPERAÇÃO.

02. A CIRURGIA DE IMPLANTES DÓI OU INCHA MUITO?

 .  A CIRURGIA DE IMPLNATES COSTUMA TER UM PÓS-OPERATÓRIO COM MÍNIMO DESCONFORTO. PROCURE SEGUIR AS RECOMENDAÇÕES DO ESPECIALISTA E UTILIZE A MEDICAÇÃO CONFORME PRESCRIÇÃO.

03. O TRATAMENTO COM IMPLANTES É DEFINITIVO?
 
.   O TRATAMENTO  COMO IMPLANTES OSSEINTEGRADOS JÁ É UTILIZADO HÁ MAIS DE 45 ANOS E OS RESULTADOS A LONGO PRAZO POSSUEM ALTOS ÍNDICES DE SUCESSO. PARA QUE O RESULTADO POSSA SER MANTIDO, É FUNDAMENTAL A REALIZAÇÃO DA HIGIENE BUCAL DIARIAMENTE E DE MANEIRA ADEQUADA, ALÉM DE RETORNOS PERIÓDICOS AO ESPECIALISTA.